Prostituindo o verdadeiro Evangelho

CATOLICISMO E PAGANISMO, QUAL A DIFERENÇA?

Parte 3

Autor: Pastor Samuel Yakov

Prostituindo o verdadeiro Evangelho


“A Igreja Católica é a única religião onde o fiel pode participar da missa de manhã, estar presente na seção espírita do Kardecismo à tarde e ir para os terreiros de macumba à noite!”


Como nos foi mostrado nos artigos anteriores, o Catolicismo Romano é uma verdadeira “colcha de retalhos.” Encontramos traços de centenas de outras religiões pagãs que mergulharam e fincaram suas raízes dentro deste segmento que está disposto a concretizar qualquer pacto ou aliança se isso significar crescimento e riqueza.

Mencionamos fatos e provas de um passado em que o Catolicismo agregou vários cultos pagãos ao exercício de suas cerimônias e em seus dogmas e mandamentos. Também aceitou e incorporou simbolismos e figuras de culto em que o sol era uma divindade.

Porem é importante mencionarmos que esta mistura não ocorreu somente em um passado histórico do Catolicismo, mas é uma tática bastante utilizada ainda nos dias de hoje.

É fato inegável que o Catolicismo Romano continua permitindo a infiltração de costumes e cultos a demônios dentro de suas Igrejas. O sincretismo existente no Catolicismo é visível em vários lugares do mundo.

Aqui no Brasil podemos encontrar cerimônias católicas adulteradas e misturadas com o misticismo da umbanda, macumba e outros cultos afros.

O Catolicismo afirma apenas querer manter com estes cultos uma conduta ecumênica onde o evangelho pode ser anunciado “a tempo e fora de tempo”, mas esta não é a verdade! Trata-se novamente de uma aliança. O Catolicismo não está preocupado em pregar o Evangelho como ele foi exposto por Cristo! Não se preocupa em defender a verdadeira fé e sim adquirir poder e riquezas, não importando a que demônios irá ter que se prostrar e fazer aliança.

Não é de hoje que podemos observar este sincretismo entre o Catolicismo e as religiões africanas.

Durante a “evangelização” dos escravos trazidos da África para o Brasil, os padres encontraram uma grande resistência em convertê-los dos seus costumes religiosos. Apesar de estes escravos como bem sabemos através dos registros históricos terem sido “convertidos” por meio da força, ou seja, foram obrigados sobre as mais severas penas inclusive a morte a abandonar sua religião materna e seus costumes tribais, mesmo assim outros métodos precisaram ser usados.

A tática usada foi à inserção de varias ‘divindades’ Africanas no Catolicismo, orixás, caboclos e outros ídolos assumiram lugar nas cerimônias católicas. Cada orixá possuiria á partir deste momento uma representação católica. Os orixás são entidades espirituais que segundo a crença africana guiam os terrestres Em outras palavras são demônios. “Ogum” no Candomblé corresponde a “São Jorge” no catolicismo. “Oxolá” no Candomblé é “Senhor do Bonfim” no catolicismo. Tudo isso é engano. É como cegos guiando cegos. Isso atola ainda mais o catolicismo no lamaçal do pecado da idolatria que a Bíblia tanto condena. A omissão Católica quanto a prática da idolatria chega a ser vergonhosa.

A seita romana continua a fazer o que sempre fez de melhor, prostituir o Cristianismo com outros deuses.

Somente aqui no Brasil este pacto do Catolicismo com os demônios produziu os mais estranhos e bizarros cultos, que deixariam qualquer um confuso sem saber se o que vê é uma igreja cristã ou um terreiro de macumba.

Observemos a foto á baixo. Seria ela apenas uma comemoração cultural? Seria um templo umbandista adornado para algum festejo?

Não! Esta é uma foto da popularmente chamada “missaxé,” uma missa que ocorre na Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos situada no Largo do Pelourinho em Salvador. Católicos fervorosos, Umbandistas e seguidores do Candomblé dividem espaço para adorarem suas divindades em uma perfeita cerimônia ecumênica de amor e respeito ao próximo, conforme afirmam centenas de simpatizantes.

A cerimônia possui liturgia e ritos católicos, porem os cânticos são regidos pelo vigor dos tambores e atabaques, agogôs e cavaquinho do afoxé. No ofertório, mães de santo entram na igreja conduzindo pão e rodopiando acompanhadas de sons afros, demonstrando fé na divindade suprema, que ora é Deus, ora é Oxalá.

Os cânticos entoados não são os tradicionais encontrados na liturgia católica, mas uma mistura capaz de “agradar a gregos e troianos.”


"Canto XI", c/Geraldo Filme
"Otê! Pade Nosso cum Ave Maria,
securo camera qui
t´Angananzambê, aiô..."

"Canto XII", c/Clementina de Jesus
"São João foi céu, foi passiá;
Foi visitá Noss´Sinhô..."


Louvores a Oxalá são claros e o reconhecimento de varias entidades africanas que em nada se parecem com o Deus altíssimo mostrado na Bíblia. O altar que por direito deveria ser somente do Senhor Deus está sendo profanado ao bel prazer dos lideres católicos que a muito se desviaram das Sagradas Escrituras.

Não importa qual seja a justificativa para tamanha apostasia. Não existe nenhuma razão para que tais atos sejam praticados por um cristão genuíno. A Bíblia nos ensina;


“Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade?
Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos?
Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.” (2 Coríntios 6:14 ao 16)

Comemorações onde o sincretismo e a “paganização” do Cristianismo são claramente promovidos e apoiados pela Igreja Católica são comuns em quase todo o nosso país. Algumas festas e ritos são mais conhecidos devido ocorrerem em lugares turísticos e históricos, porem sabe-se que em todo o Brasil existe esta imensa mistura de crendices e misticismo, muitas vezes retirados de cultos a demônios.

Curiosamente os lideres católicos não parecem estar tão preocupados em defender a verdadeira fé, pois são capazes de tolerar os mais absurdos atos de blasfêmia e profanação, se isso lhes conceder prestigio e dinheiro.

Na Bahia conforme mencionamos foi mais fácil fazer aliança com os cultos africanos. Pareceu mais lucrativo ao Catolicismo se dobrar aos deuses trazidos da África ao invés de pregar o genuíno Evangelho.

Outra comemoração católica que ocorre também na Bahia na cidade histórica de Cachoeira, no Recôncavo baiano, atrai anualmente centenas de turistas. Esta comemoração não somente é um exemplo de sincretismo, como a declaração aberta da aliança entre Catolicismo e Candomblé.

A festa de “Nossa Senhora da boa morte” trás os costumes e rituais dos terreiros de Candomblé para dentro da igreja Católica.

A comemoração é regida pela irmandade da Boa Morte que de acordo com os estudiosos, é uma confraria exclusivamente feminina fundada na Igreja da Barroquinha, em Salvador, ainda no século XVIII, por africanas libertas nagôs (iorubanas, vindas do Benim/Nigéria) e abertamente vinculadas ao candomblé.

Para os adeptos desta comemoração o culto não é somente a Maria, ou seja, “Nossa Senhora” conforme denomina o catolicismo a mãe de Jesus, mas também aos Orixás (ketu/nagô) ou Voduns (jêje/nagô) africanos. Nanã Buruku, mãe de Exu e Omolu, e Dã, a serpente sagrada dos jêjes.

Em 1830 esta mesma irmandade fundou bem nos fundos próximos da igreja da Barroquinha um terreiro dedicado a Xangô (o rei de Oyó, sítio nigeriano) denominado Iyá Omi Axé Airá Intilé.

Os rituais praticados na festividade são compostos por rezas, missas, danças batuques procissões e cerimônias secretas praticadas nas madrugadas dos terreiros.

Não nos enganemos com as lorotas do Catolicismo, mesmo que as manifestações culturais baianas tenham um valor histórico e considerável no que se refere a luta contra a escravidão e a resistência de poucos negros que são dignos de reconhecimento por suas atitudes humanitárias e isso eu mesmo afirmo ser admirável. Mesmo tendo em vista tais valores não devemos aceitar os cultos as divindades trazidas da África. Não por mero preconceito, mas por que a Bíblia condena tais religiões e encontramos nitidamente nas Escrituras cristãs que tais praticas são culto a demônios e não devemos fazer parte de tal coisa.


1 Coríntios 10:21 Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.

Efésios 5:11 E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as.

Tiago 3:11, 12 Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso?

Acaso, meus irmãos, pode a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Tampouco fonte de água salgada pode dar água doce.


Este cruel e desavergonhado sincretismo religioso que ocorre com total permissão dos lideres católicos em nosso pobre e idolatra país tem se espalhado por quase todas as regiões. Pode-se dizer que onde há uma igreja católica existem manifestações idênticas as que ocorriam na antiguidade quando o mundo ainda estava à mercê de toda sorte de crendices e cultos a deuses e demônios.

Tanto na Bahia como em Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e em outros estados, podemos encontrar o mesmo catolicismo misturado com Umbanda Candomblé e outros ritos pagãos. Nestes locais a suposta “Nossa Senhora” a “mãe dos católicos” chega a ser confundida com Yemanjá orixá africano. Em alguns destes lugares imagens de “Nossa Senhora” e Yemanjá desfilam juntas em procissão pelas ruas, e são adoradas por católicos e umbandistas, que na sua maioria nestes locais professam a mesma fé. Alguns participam da missa de manhã e vão para os terreiros á noite.

Tal fato não é de se admirar dado a tão grande semelhança que os rituais pagãos tem em relação as celebrações católicas e os alteres do Catolicismo serem também encontrados dentro destas religiões.Nas fotos a cima mostradas quase não é possível discernir quem é Yemanjá e quem são as "Senhoras" do Catolicismo.

Para que precisaríamos de um Panteão grego se temos milhares de imagens de “santos” e cada uma para uma doença ou problema diferentes? Santos brancos, pretos, mulatos, pardos, em fim! Temos no catolicismo santos para qualquer tipo de culto. Temos santos que se encaixam perfeitamente nos terreiros de macumba, afinal foram feitos com este intuito, atrair participantes dos cultos afros para dentro da “santa igreja.” Temos santos pobres, ricos, uma variedade de imagens. Porem não podemos encontrar na Igreja Católica aquilo que deveria ser o centro de sua adoração, a presença e santidade de um Deus vivo e todo poderoso.

Constantemente os católicos afirmam que os protestantes em todas as suas ramificações são seitas heréticas e que os movimentos de reforma são uma mancha negra no Cristianismo. Mas se observarmos as doutrinas da Bíblia Sagrada. Não aquelas criadas em concílios por papas e bispos que tantas vezes se contradisseram, perceberemos que aqueles que eles chamam de seita, são na realidade o único movimento preocupado em zelar pelos ensinamentos deixados pelo Mestre Jesus.

É certo que nem todo movimento assim chamado evangélico visa divulgar o Evangelho com honestidade. Algumas vezes pastores e lideres utilizam-se da fé com o objetivo de obter proveito próprio conforme vemos hoje na mídia. Porem isso ocorre sem o apoio de muitas outras congregações e denominações.

Muitas destas supostas “igrejas” não são bem vistas pelos próprios crentes, algumas vezes até mesmo nós as denominamos seitas, visto que não pregam a genuína Palavra de Deus.

Tal coisa não ocorre no “império Católico” pois como eles mesmo afirmam a “Igreja Católica é una” e fora dela não há salvação.

Para citar o Apóstolo Paulo:"...confesso-te que, segundo o Caminho, a que chamam seita, assim eu sirvo ao Deus de nossos pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a lei e nos escritos dos profetas, tendo esperança em Deus, como também estes a têm, de que haverá ressurreição, tanto de justos como de injustos."(Atos 24:14 e 15)


Bibliografia:

Biblia de estudo Bolma versão digital

Wikipédia, a enciclopédia livre

Documentário “Devoção”

Festas tradicionais da Bahia, Jayme de Faria Góes, Livraria Progresso Editora.

Uma história da Cidade da Bahia, Antonio Risério, Editora Versal

Outras fontes externas da Web.

Catolicismo um outro evangelho

CATOLICISMO E PAGANISMO, QUAL A DIFERENÇA?

Parte 2

Autor: Pastor Samuel Yakov

Catolicismo um outro evangelho.

Uma verdade inegável na Bíblia Sagrada é o fato de que o Evangelho não pode ser mudado. Ao contrario! Qualquer mudança imposta desonestamente no conceito outrora já estabelecido por Deus, Jesus e seus Apóstolos, implicaria na condenação do homem responsável por esta atitude. "Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro (Ap 22.18)."

O Evangelho apresentado por Cristo, foi exposto muito claramente, o qual também foi complementado por todo o contexto inspirado de toda a Escritura Sagrada.

A medida que novos conceitos vão sendo inseridos na mensagem pura do Evangelho, este vai perdendo sua clareza e sendo reduzido a tão somente uma religião ou manifestação humana.

Um certo pastor expressando-se sobre o evangelho de Cristo e a mistura com o paganismo, proferiu a seguinte reflexão:

"Se pegarmos um barril de 10 litros de leite e retirarmos apenas 1 litro e completarmos o barril com outra substancia qualquer, ainda assim teríamos os mesmos 10 litros de leite, porem um leite menos nutritivo já que agora seria um alimento misturado que perdeu parte de suas propriedades. Mas ainda assim seria leite!"


Esta ilustração embora pareça correta e reflita bem o evangelho que muitas igrejas vem vivendo em nossos últimos dias, não pode ser aplicada em relação ao Evangelho de Cristo, pois não existe meio Evangelho. Não pode haver mistura na Palavra e nos ensinamentos do Senhor Jesus.

Não é possível aceitar um evangelho misturado ou adulterado com tradições pagãs e conceitos políticos, ou mesmo alterado em concílios e reuniões, pois a Bíblia interpreta a Bíblia. Tal como alguns afirmam: "O evangelho é tão simples e claro que até mesmo as crianças seriam capazes de entender." Tal expressão parece absurda para o Catolicismo, mais esta é a natureza do Evangelho.

Deus não nos deu mistérios indecifráveis, e sim uma mensagem clara de salvação. Esta mensagem não deve ser mudada através de tradições e sim seguida conforme apresentada, pois são revelações do Espírito Santo.“E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração, sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação; porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pe 1.19-21).

Não nos enganemos quanto a isso, o Evangelho não pode conter simbolismo ou liturgias retiradas de outras religiões. Não há associação entre o Evangelho apresentado na Bíblia com o evangelho apresentado pelo Catolicismo Romano.

Não vemos no Evangelho de Cristo a adoração a Santos! Não encontramos uma "deusa" chamada de rainha dos céus! Nem mesmo velas ou imagens e rituais místicos dos quais são abundantes dentro do Catolicismo! Não temos um Sumo Pontífice, pois este sempre foi um titulo pagão e nunca um atributo cristão. Não fazemos peregrinações ou promessas pois Cristo está sempre ao lado daquele que o aceita.

“A vós também, que noutro tempo éreis estranhos, e inimigos no entendimento pelas vossas obras más, agora contudo vos reconciliou, no corpo da sua carne, pela morte, para perante ele vos apresentar santos, e irrepreensíveis, e inculpáveis, Se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé, e não vos moverdes da esperança do evangelho que tendes ouvido, o qual foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, estou feito ministro.” (Col. 1: 21-23)

O Catolicismo é perceptivelmente um outro evangelho, pois seus rituais costumes e ensinamentos são na maioria das vezes contrários aos ensinamentos de Cristo. E quanto a outros evangelhos a própria Bíblia nos ensina que deveríamos considerar malditos ou seja "ANÁTEMA".

“Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.” (Gal. 1:8)

Os deuses do Paganismo e seus símbolos dentro do Catolicismo

Não somente uma enorme variedade de imagens representando o Sol são encontradas na liturgia católica, como também de igual modo vemos que esta mistura foi realmente intencional, pois os símbolos do paganismo foram inseridos diretamente em altares e objetos de culto, provavelmente para que os pagãos não notassem a diferença dos seus cultos para as cerimônias do Catolicismo. Isso não seria de se espantar já que esta é uma religião que sempre foi imposta por meio da força, conforme fez Constantino e todos os outros lideres católicos que o sucederam.

Percebamos que quem inseriu todo este misticismo e culto a deuses estranhos dentro do seio da igreja que antes disso podia se considerar cristã, não se preocupou em ocultar suas intenções

Temos abaixo alguns símbolos de Baal e Shamash, que ao compararmos com símbolos do Catolicismo, percebemos não haver diferença nenhuma, visto que todos são atribuídos a adoração ao deus Sol.

Acima temos uma coluna do deus pagão Baal, também adorado como sendo o deus Sol. Esta coluna foi encontrada na cidade Cananita, Hazor, no norte de Israel, datada de 1300 anos antes da época de Cristo. Ao seu lado vemos a representação de Shamassh um outro deus Sol adorado pelos Babilônicos

O que estas imagens tem em comum? Ambas tem o símbolo cerimonial representando a divindade solar, um circulo com uma espécie de estrela em seu inteiror, ou mesmo um tipo de cruz em outras representações.

Também encontramos em abundancia este símbolo em meio a alteres, castiçais, construções e outros utensílios do culto católico, provando que não somente ha. uma ligação ou coincidência litúrgica entre o Catolicismo e o Paganismo, mas o Catolicismo seria o próprio Paganismo pois até os seus mais preciosos símbolos místicos foi capaz de incorporar em sua liturgia.

Abaixo a esquerda a praça São Pedro em Roma e a direita o símbolo de baal

É incrível como podemos encontrar praticamente qualquer símbolo ou cerimonial pagão dentro do Catolicismo. Mesmo que uma parte destas observações fossem apenas uma infeliz coincidência, o que não é o caso, não seria possível negar que isso foi cociente e proposital.

Até nas vestimentas percebe-se o sincretismo, onde os lideres Católicos procuraram tornar o culto ao Deus verdadeiro exatamente igual ao culto a deuses do paganismo, modificando as vestimentas do sacerdote para que este não pudesse ser distinguido dos sacerdotes pagãos

Na imagem seguinte temos a representação de um sacerdote do falso deus Dagom. Este foi um dos mais terríveis demônios pagãos dos quais Deus Jeová travou batalhas e ordenou que seu culto fosse destruído pelo povo de Israel. Esse ídolo tinha o corpo de um peixe, a cabeça e os braços de um homem. Era uma deidade da assíria-babilônia." [Easton's Illustrated Dictionary]. "O nome Dagom refere-se a Peixinho; diminutivo de dag = peixe, o deus-peixe; o deus nacional dos filisteus (Juízes 16:23)

Seus profetas e sacerdotes usavam uma manta e mitra em forma de peixe. Na extremidade esquerda você vê um sacerdote de Dagom vestido com uma mitra espargindo água benta com uma mão e segurando uma vasilha de água na outra. A figura na direita superior mostra dois sacerdotes de Dagom espargindo água benta enquanto olham para um símbolo egípcio da adoração ao sol. Esta cerimônia ocorria exatamente dessa forma nas tradições do paganismo Isso não nos parece familiar?

O que temos aqui não são somente as vestimentas dos sacerdotes católicos, mas também a liturgia usada por eles em suas missas e celebrações, provando que este costume foi incorporado ao Catolicismo diretamente do culto a Dagom

Abaixo à esquerda temos a imagem do rei assírio Shamshi-Adad V, esta escultura é datada de aproximadamente 824-811 a.C. O rei carrega uma cruz maltesa grande no seu peito, como um símbolo alternativo de Shamash, deus do sol e da justiça. Em vestimentas sacerdotais católicas também encontramos o mesmo símbolo pagão.

Não é diferente nos exemplos que mostraremos a seguir, onde a aliança entre o Catolicismo e o paganismo chega a ser inegável. Temos uma escultura do rei assírio Ashurnasirpal II (883-859 a.C) onde encontramos outra vez a imagem da cruz maltesa no peito. Ele esta apontando para o Sol que demonstra toda a sua adoração ao falso deus sol shamash. Podemos perceber a imagem do Sol em seu pulso. Ao seu lado vemos uma foto do papa João XXIII, curiosamente portando os mesmos símbolos em suas vestimentas e exatamente no mesmo lugar.

Apenas em uma imagem do sumo pontífice do Catolicismo o papa Bento XVI ("World Photos: Golden Robe of Pope Benedict XVI", Yahoo News, 25/4/2005.) encontramos alguns símbolos e sinais litúrgicos bem conhecidos por pagãos e satanistas. Ele usa a mitra de dagom e carrega em seu manto dourado duas grandes conchas. No que se refere as conchas sabemos que no paganismo representam a figura de Lucifer, também Vênus e Afrodite. A imagem da concha é bem presente em varias tradições pagãs na Grécia antiga.

Em sua mão o sumo pontífice carrega a cruz vergada outro símbolo bem comum dentro do satanismo Como nos ensina o historiador católico Piers Campton, em seu livro "The Broken Cross: Hidden Hands in Vatican", editado em 1981, Essa cruz é "um símbolo sinistro, usado pelos satanistas no século VI, o qual foi recolocado em uso desde o tempo do Concílio Vaticano II. Nessa cruz vergada é exibida uma figura distorcida e repulsiva de Cristo, a qual era usada por todos os praticantes de feitiçaria e magia negra, na Idade Média, expressando a passagem bíblica da Marca da Besta..."

Nas imagens a seguir temos o papa segurado o seu cajado adornado com o enfeite de uma pinha e ao seu lado um suporte para velas também contendo este mesmo adorno. Mas qual problema haveria nisto afinal? Não seria comum se usar estas imagens como decoração de objetos religiosos? Afinal este tipo de decorações não são comuns em festas natalinas?

Em verdade nenhum problema haveria se este símbolo não fosse um dos mais utilizados em religiões pagãs, para simbolizar a eternidade e vida eterna, a sensualidade, desejos sexuais, orgias, fertilidade e também vários tipos de cultos místicos que praticam a necromancia, astrologia e outras artes místicas.

A pinha e o pinheiro estão profundamente ligados ao paganismo de inúmeras religiões no mundo antigo e moderno, podendo ser encontrada nas cerimônias e objetos destas religiões

A mão mágica de bronze, data do período final do Império Romano, quando as ciências ocultas se proliferaram grandemente, esta mão trás os principais símbolos desta época uma cabeça de enguia e uma pinha.

Os adoradores de Dionísio procuravam entrar em um estado de frenesi, durante o qual tinham visões sobre o futuro." [Mind and Magic, Francis X. King, Crescent, Grã-Bretanha, 1991, pg 150.] Este culto pagão praticava muitos outros tipos de cerimônias dentre elas orgias sexuais e manifestações espirituais.

A pinha estava presente nas imagens que representavam o deus grego Dionísio na imagem o vemos segurando um cajado com o adorno de uma pinha na ponta, simbolizando a fertilidade e sexualidade.

A gravura a seguir representa Baco, o deus da bebida segurando um bastão que tem uma pinha na ponta. Os pagãos gostam de beber prodigamente e se deleitam em suas bebedeiras. Portanto, não devemos ficar surpresos ao saber que Baco é celebrado como se estivesse desejando a vida eterna, ao mesmo tempo em que se embriaga. Você já observou que a Igreja Católica Romana enfrenta o problema do alcoolismo entre seu clero e seus fiéis? Além disso, países católicos, como a Irlanda, França e Itália também são conhecidos pelo alto consumo de álcool.

Como vimos era comum no paganismo o uso de pinhas para decorar cetros e bastões. A próxima imagem nos mostra um bastão com uma pinha na ponta usado para cultuar e simbolizar o deus-sol Osíris, (Museu Egípcio, Turin, Itália). Ao lado uma gravura de um deus mexicano segurando uma pinha e um pinheirinho, símbolos do renascimento e do sol

Dentro do paganismo de muitas religiões a pinha também é usada para representar o poder da regeneração. Na gravura que expomos a seguir vemos um deus alado assírio segurando uma pinha atribuindo a ela tais propriedades.

Mediante a todas estas evidencia que provam que estes adornos não passam de simbolismo pagão, por que a Igreja Católica aderiu a estes símbolos? Por que faz tanta questão em mostra-los em seus utensílios cerimoniais e exatamente ocupando os mesmos lugares que ocupam no paganismo?

Fotos da maior pinha do mundo, na Praça de São Pedro, no Vaticano, no Pátio da Pinha.

Existe também outras influencias vindas da maçonaria e religiões secretas, mostrando que o Catolicismo agregou membros pertencentes a basicamente qualquer costume religioso e culto a deuses estranhos.

Símbolo Papal = Símbolos Maçônicos e Shamash.

Acima temos a roda das oito etapas um símbolo usado na adoração ao Sol e também a Cruz Maltesa. De um lado artefato e construção do Paganismo e do outro o Papa e construção Católica. Não seria difícil persuadir um pagão adorador do Sol a se tornar adepto do Catolicismo, já que não parecem haver diferenças nem em vestimentas como em construções.

Como já foi mencionado antes, o Catolicismo é um grande movimento religioso. No entanto isso só pode ser possível graças a venda barata de sua fé, adquirindo uma identidade que mais parece a junção de centenas de cultos diferentes, do que uma igreja cristã.

Se procurarmos semelhanças entre o culto apresentado na Bíblia e o culto praticado no Catolicismo, basicamente não encontramos nenhuma. Porem se procurarmos no Paganismo de varias religiões ao redor do mundo conforme já temos provado através de muitas evidencias, certamente encontraremos inúmeras semelhanças.

Bibliologia:

Biblia de estudo Bolma versão digital

Easton's Illustrated Dictionary.

livro "The Broken Cross: Hidden Hands in Vatican"

Mind and Magic, Francis X. King, Crescent, Grã-Bretanha, 1991, pg 150

www.espada.eti.br

A Igreja que vendeu sua fé

CATOLICISMO E PAGANISMO, QUAL A DIFERENÇA?

Parte 1

Autor: Pastor Samuel Yakov

A Mistura. A Igreja que vendeu sua fé.

Dentre muitas opiniões e expressões soberbas que costumamos ouvir de católicos e seguidores desta seita romana, uma que é mencionada muitas vezes é a seguinte:

“A Igreja Católica é a maior instituição religiosa no mundo”

Não conto às vezes que ouvi tal frase sendo mencionada por pessoas orgulhosas que afirmavam praticar as tradições e dogmas católicos.

Existe porem alguns pontos que devem ser avaliados sobre o crescimento do catolicismo.

Que a Igreja Católica é uma das grandes instituições religiosas do mundo isso não se discute. No entanto precisamos saber qual é o preço pago pelo seu crescimento e qual o tipo de crença que ela realmente professa?

É necessário enfatizar que Catolicismo não é Cristianismo. Pelo menos não o cristianismo ensinado na Bíblia por Cristo e seus apóstolos.

Embora muitos católicos possam se sentir ofendidos por esta afirmação, mas não poderíamos apoiar os ensinos e dogmas católicos, sendo que os mesmos diferem em muito dos ensinamentos do verdadeiro Evangelho.

Quando comparamos os ensinamentos católicos com o que foi dito pelo Senhor Deus em sua Palavra, percebemos que não há como os dois ensinamentos serem parte de uma mesma doutrina.

Mas então o que realmente seria o Catolicismo? Como classificar suas doutrinas e ensinamentos?

A resposta para estas perguntas pode ser encontrada juntamente com as explicações para o crescimento da Igreja Católica Romana.

Paganismo Católico

A Igreja Católica é uma das maiores agregadoras de seitas e costumes pagãos em toda a historia da humanidade. Nunca houve uma instituição tão sincretista e capaz de tolerar as mais variadas formas de deuses cultos e costumes.

Isto começou a ocorrer após 300 anos, da idade de ouro dos mártires e santos perseguidos pela Roma pagã. Depois da "conversão" do imperador Constantino (312 d.C.), o Cristianismo foi declarado religião do estado e multidões pagãs foram aceitas na Igreja, passando pelo batismo, sem conversão alguma!

Os povos pagãos foram sendo aceitos pela Igreja, juntamente com seus muitos rituais e falsos deuses. As cerimônias cristãs agora traziam louvores a ídolos pagãos camuflados com nomes de santos e personagens importantes do cristianismo. Igualmente costumes, comemorações e outras liturgias tiveram que ser mudadas para acomodar melhor os novos professos. A Igreja de Cristo antes praticante da fé genuína começou a se prostituir com deuses e costumes estranhos, paganizando o evangelho que havia recebido e invalidando a sua eterna aliança com Cristo. Esta mistura ocorreu lentamente, a cada década misturando mais misticismo e simbologia de impérios pagãos com quem o Catolicismo manteve contato.

Um exemplo claro da mistura do paganismo com o catolicismo pode ser visto na imagem da própria ‘Virgem Maria’, quando a Igreja Católica, para agradar aos adoradores da Deusa-Mãe Semirames com seu filho Tamuz nos braços, reproduziu a mesma imagem afirmando ser a representação de Maria segurando o menino Jesus.

"Rainha do céu," era um título de Semíramis e ainda hoje é usado dentro do Catolicismo em referencia a Maria. A adoração a Deusa-Mãe Semirames ou “Rainha dos céus” espalhou-se por varias partes do mundo estando completamente entranhada em varias culturas que logo puderam ser absorvidas pelo Catolicismo.

Na Fenícia; eram chamados de "Ashtar e Baal". No Egito; Isis e Horus. Na Grécia; Afrodite.Na Ásia; Cibele e Deoius.

Em todas as suas representações, encontradas dentro destas culturas era representa por uma mãe segurando um filho. "Mesmo no Tibete, China, e Japão, os Jesuítas missionários foram surpreendidos ao encontrarem a duplicata de Madona e sua criança, sendo adoradas como na própria Roma." Na África a "Grande Mãe" recebeu honras divinas. Idem pág.15. ("Two Babylons", pág. 20, veja a foto á baixo).

Estas misturas tornaram-se comuns dentro do Catolicismo, fazendo com que os povos pagãos simpatizassem com a Igreja emergente, pois poderiam perfeitamente fazer parte da religião do império e continuar adorando aos seus deuses devido a tamanha semelhança, já que praticamente quase todos possuíam imagens que os representavam dentro do Catolicismo. (Enciclopédia da Religião Vol. 2, Pág. 398).

Por volta 787 DC começaram os cultos com imagens, a Igreja Católica começou a concorrer ferozmente com os templos pagãos. Os pagãos, especialmente os gregos, tinham várias imagens e diziam que elas eram os deuses do Olimpo. Os católicos por sua vez exibiam os santos dentro das igrejas, para atrair aqueles que participavam de outras seitas.

Não bastasse isso a Igreja passou a utilizar varias outras táticas para trazer novos confessos a seus templos. Á partir daí tudo valia até mesmo invalidar qualquer ensinamento bíblico se tal fizesse com que o Catolicismo crescesse e enriquecesse cada vez mais.

No ano 830 DC a Igreja Católica Apostólica Romana começa a usar ramos e água benta dentro da igreja, visando saciar a sede de misticismo corrente naquela época e por meio destes símbolos não deixar nada a desejar em referencia a qualquer simbolismo de outras religiões. Percebemos que aos poucos uma doutrina que antes era santa começou a se adequar ao paganismo para garantir seu crescimento.

Outros símbolos litúrgicos encontrados no Catolicismo, também demonstram a grande influencia do paganismo na fé católica desde que esta fé começou a se corromper misturando-se com outros deuses e cultos.

Como exemplo disso vemos a HÓSTIA, que por volta do ano 1200 substituiu o pão nas cerimônias Católicas. É possível que tal decisão tenha sido influenciada pelo culto pagão egípcio no qual encontramos o disco redondo simbolizando OSÍRIS o deus sol que tomou a forma humana e nasceu não a fim de oferecer a sua vida como sacrifício, mas para que se tornasse vida e alimento das almas dos homens.

“Epiphanio afirma que a prática de fazer “HÓSTIAS” principiou entre as mulheres da Arábia, no quarto século, justamente em culto idólatra tributado à virgem Maria, também chamada “Rainha do Céu”“.

É admitido universalmente que "ISIS" era o tipo original da deusa "CERES". "CERES", porém, era adorada não só como a descobridora do trigo, mas era também considerada a "Mãe do Trigo". (Davis - Los Druidas Britânicos, pag 320, 540). Aí temos, pois, o trigo transubstanciado no filho da deusa "CERES", a "Senhora Rainha do Céu"!

A Virgem "CERES", era, porém, representada com "uma espiga de trigo nas mãos, que correspondia a deusa e seu filho; como no Egito, a "ISIS" e "OSIRES"; como na Índia "ISA" e "ISVRA", na Ásia, "SIBELE" e "DIONÍSIO"; em Roma "FORTUNA" e "JÚPITER", como na Grécia "IRENE" e "PLUTUS", em seus braços, e como ainda no Tibete, na China e no Japão, onde a "Senhora e seu Filho", eram adoradas como na igreja papal do Vaticano. (Hislop - Las dos Babylonas, pag 33)

"O "Filho de CERES", que se encarnara no trigo, criam os egípcios que era o deus "SOL": (Busen El Egito, Tomo I, pag 386, 387). Pois bem, além das circunstâncias já referidas, que tão eloqüentemente proclamam o mimetismo que a Igreja Católica Romana tem praticado do paganismo, parece que teve inconscientemente o cuidado de conservar, em sua liturgia, as evidências da origem, pagã do seu sacrifício cruento, no deus "Hóstia", feito de trigo e de forma redonda. E que mais, se em Babilônia o deus "BAR" era chamado de "TRIGO", se no Egito o deus "SOL" era representado na "HÓSTIA DE TRIGO", na Igreja Romana, em uma das suas orações da litânia, o católico se dirige a HÓSTIA e diz muito seriamente: "... Óh! Trigo dos Eleitos tem misericórdia de nós!..."

As Hóstias trazem a marca "I.H.S" que dizem os romanistas significar: "IESU HOMINUM SALVATORI" ou "Jesus Salvador dos Homens". Pois bem, para os pagãos egípcios esse mesmíssimo sinal ou marca de "IHS" significava: "ISIS, HORUS, SEB", isto é: "A Mãe, o Filho e o Pai dos deuses." Seriam estes fatos apenas uma coincidência? Logicamente que não pois muitas outras evidencias são encontradas comprovando o sincretismo.

O Paganismo evidente.

A adoração ao SOL.

O Catolicismo não tem como esconder o paganismo evidentemente entranhado em seu interior, tanto em suas cerimônias e liturgias, como nos seus símbolos sagrados incrustados em seus templos e em sua historia.

As evidencias que provam este paganismo são claras. Por mais que alguns tentem argumentar defendendo esta seita romana, todavia qualquer argumentação seria no mínimo absurda, mediante a tão grande quantidade de fatos que comprovam o que estamos a afirmar, os quais mostraremos a seguir.

Antes de prosseguirmos analisaremos algumas porções das Sagradas Escrituras onde Deus condena a adoração ao Sol.

(Ezequiel 8:15, 16, 17, 18)

E disse-me: Vês isto, filho do homem? Ainda tornarás a ver abominações maiores do que estas. 16- E levou-me para o átrio interior da casa do SENHOR, e eis que estavam à entrada do templo do SENHOR, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do SENHOR, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o oriente adoravam o sol. 17- Então me disse: Vês isto, filho do homem? Há porventura coisa mais leviana para a casa de Judá, do que tais abominações, que fazem aqui? ... 18- Por isso também eu os tratarei com furor; o meu olho não poupará, nem terei piedade; ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz, contudo não os ouvirei.

(II Crônicas 34:7)

E, tendo derrubado os altares, e os bosques, e as imagens de escultura, até reduzi-los a pó, e tendo despedaçado todas as imagens do sol em toda a terra de Israel, então voltou para Jerusalém.

(Ezequiel 6:4)

E serão assolados os vossos altares, e quebradas as vossas imagens do sol e derrubarei os vossos mortos, diante dos vossos ídolos.


Está claro nas Escrituras que Deus não abominava somente as imagens de escultura, mas também existe uma grande aversão da parte do Senhor as imagens do Sol, pois as mesmas representavam as deidades pagãs adoradas por nações que não o reconhecia como sendo o único Deus e Senhor.

Estas imagens são encontradas as centenas dentro da liturgia Católica. Vejamos apenas uma pequena porção delas:

No tumulo do Papa Alexander VII – Basílica de São Pedro encontramos uma mulher no lado direito abraçando carinhosamente contra o peito a imagem de um Sol, uma clara referencia a adoração das deusas pagãs e o Sol encarnado.

Curiosamente pode ser encontrada a imagem do Sol em inúmeras construções católicas, como no exemplo a cima na Basílica do Santo Sepulcro em Israel podemos observar o disco solar em quase todos os lugares, mais parecendo um templo ao deus sol do que um monumento cristão.

Na Basílica da Natividade, em Belém também encontramos como tema central o sol, estampado no piso e em outros adornos espalhados por este templo, mas uma vez ligando Cristo ao Sol ou talvez neste caso ao nascimento do deus sol, reverencia bastante comum no paganismo. Coincidência?

Não seria diferente em Roma centro da fé católica, onde uma enorme imagem de mármore e bronze estuque branco e dourado mostram claramente o Sol entronizado como deus, e em nada contrasta com a Abóbada da Basílica de São Pedro onde o centro é o Sol brilhante

Acima está FIDES, feita no inicio do século 18. Nessa FIDES' na mão esquerda está a taça dourada (em frente da cruz) e a mão direita da mulher está a imagem pagã do sol.

Nós encontramos a mesma FIDES em uma versão mais atual retratada acima do púlpito dos beneditinos 'Melk Monastery' no Danúbio na Áustria, onde mais uma vez a figura do Sol se faz destacar.

Basicamente em quase todas as áreas de expressão da fé católica podemos encontrar a figura do Sol influenciando diretamente na adoração e liturgia. Isso não se resume somente a uma simbologia, mas o que pode ser notado é uma perceptível adoração a esta imagem, já que sua notoriedade vai alem de uma simples reverencia, a ponto de se prostrarem na sua presença.

Mesmo que tal figura de alguma forma fosse utilizada para representar Cristo, de onde viria esta representação? Onde nas Escrituras encontramos esta sugestão ou mandamento? Ao contrario, encontramos repreensão contra estas praticas nas referencias á cima mencionadas.

Devemos considerar que estas praticas são realmente idênticas aos cultos pagãos que foram sendo absorvidos pelo Catolicismo e que aos poucos tais coisas foram inseridas no ceio da Igreja Católica Romana, produzindo assim uma fé que possui os atributos e misticismos do paganismo.

Bibliografia:

Biblia de estudo Bolma versão digital

Wikipédia, a enciclopédia livre

"Two Babylons", pág. 20

Enciclopédia da Religião Vol. 2

Davis - Los Druidas Britânicos, pag 320, 540

Hislop - Las dos Babylonas

Busen El Egito, Tomo I, pag 386, 387

O Cânon da Bíblia.

O Cânon da Bíblia.



A palavra “cânon” vem do termo grego “kanon” que significa “cana’, ou seja” uma vara reta “ou” um padrão de medida “. Daí deriva o significado secundário que se refere a uma regra ou padrão de conduta uma forma de lei. O sentido metafórico da palavra cânon é empregado para significar” aquilo que é conforme a regra ou medida “. Mais tarde passou a significar lista ou catalogo.

Logo veio a ser utilizada significando um padrão de opinião e de conduta, sendo finalmente aplicada aos livros da Bíblia. Assim sendo, o cânon da Bíblia consiste naqueles livros considerados com méritos incluídos nas Sagradas Escrituras. Livros que foram medidos foram declarados satisfatórios e aprovados pelos Pais da Igreja como tendo sido inspirados por Deus.

Por que foi formado e quando foi formado o Cânon da Bíblia?

O cânon da Bíblia começou a ser formado durante as primeiras décadas da nossa era, especialmente após a queda de Jerusalém em 70 d.C., quando os judeus calcularam suas posses espirituais em particular sobre o que haviam recebido como “livros santos”. Não é de se surpreender que após longa reflexão alguns deles tenham feito objeções contra alguns desses livros, como por exemplo, Eclesiastes, Cantares e Estér.

Embora isto tenha acontecido, mesmo assim foi muito bom, pois o cânon foi definido de forma mais séria e aplicado com cuidado e rigor sobre os Escritos Sagrados.

Existem três principais razões para o cânon da Bíblia ter sido definido. Primeiro, para conservar os escritos inspirados contra a corrupção. Em segundo lugar para evitar a edição de outros livros, pois já haviam aparecido muitos outros livros que se diziam inspirados. A terceira razão para a formação do cânon da Bíblia foi para prevenir qualquer tentativa de destruírem a Bíblia.

O Cânon protestante do Antigo Testamento.

O cânon protestante do Antigo Testamento (composto pelos trinta e nove livros relacionados a baixo) é exatamente igual ao cânon hebraico massorético, que seria formado pelos seguintes livros:

Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias, Estér, Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares, Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias.

O cânon massorético é a Bíblia hebraica em sua forma definitiva, vocalizada e acentuada pelos massoretas. A ordem dos livros, entretanto, segue a da Vulgata e da Septuaginta.

Algumas explicações sobre os Massoretas.

Os massoretas eram judeus estudiosos que se dedicavam à tarefa de guardar a tradição oral (massora) da vocalização e acentuação correta do texto. À medida que um sistema de vocalização foi sendo desenvolvido, entre 500 e 950 AD, o texto consonantal que receberam dos soferim foi sendo por eles cuidadosamente vocalizado e acentuado.

Além dos pontos vocálicos e dos acentos, os massoretas acrescentavam também ao texto as massoras marginais, maiores e finais, calculadas pelos soferim. Essas massoras (tradições) eram esta­tísticas colocadas ao lado das linhas, ao fim das páginas e ao final dos livros, indicando quantas vezes uma determinada palavra aparecia no livro, o número de versículos, palavras e letras. Elas indicavam até a palavra e letra central do livro.

O Cânon Massorético

Embora o conteúdo do cânon protestante seja o mesmo do cânon hebraico, a divisão e a ordem dos livros são diferentes. Eis a divisão e ordem do cânon hebraico:

O Pentateuco (Torá): Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio. Os Profetas (Neviim): Anteriores: Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis. Posteriores: Isaías, Jeremias, Ezequiel e Profetas Menores. Os Escritos (Kêtuvim): Poesia e Sabedoria: Salmos, Provérbios e Jó. Rolos ou Megilloth (lidos no ano litúrgico): Cantares (na páscoa), Rute (no pentecostes), Lamentações (no quinto mês), Eclesiastes (na festa dos tabernáculos) e estér (na festa de purim).

Históricos : Daniel, Esdras, Neemias e 1 e 2 Crônicas. O Cânon Consonantal A divisão e ordem dos livros no cânon hebraico consonantal (anterior) era a mesma. O número de livros, entretanto, era diferente. O conteúdo era o mesmo, mas agrupado de modo a formar apenas vinte e quatro livros. Os livros de 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis e 1 e 2 Crônicas eram unidos, formando apenas um livro cada (o que implica em três livros a menos em relação ao nosso cânon). Os doze profetas menores eram agrupados em um só livro (menos onze livros). Esdras e Neemias formavam um só livro, o Livro de Esdras (menos um livro).

Testemunhas Antigas do Cânon Protestante Hebraico

A referência mais antiga ao cânon hebraico é do historiador judeu Josefo (37-95 AC). Em Contra Apionem ele escreve:

“Não temos dezenas de milhares de livros, em desarmonia e conflitos, mas só vinte e dois, contendo o registro de toda a história, os quais, conforme se crê, com justiça, são divinos”.

Depois de referir-se aos cinco livros de Moisés, aos treze livros dos profetas, e aos demais escritos (os quais “incluem hinos a Deus e conselhos pelos quais os homens podem pautar suas vidas”), ele continua afirmando: Desde Artaxerxes (sucessor de Xerxes) até nossos dias, tudo tem sido registrado, mas não tem sido considerado digno de tanto crédito quanto aquilo que precedeu a esta época, visto que a sucessão dos profetas cessou. Mas a fé que depositamos em nossos próprios escritos é percebida através de nossa conduta; pois, apesar de ter-se passado tanto tempo, ninguém jamais ousou acrescentar coisa alguma a eles, nem tirar deles coisa alguma, nem alterar neles qualquer coisa que seja.

Josefo é suficientemente claro. Como historiador judeu, ele é fonte fidedigna. Eram apenas vinte e dois os livros do cânon hebraico agrupados nas três divisões do cânon massorético. E desde a época de Malaquias (Artaxerxes, 464-424) até a sua época nada se lhe havia sido acrescentado. Outros livros foram escritos, mas não eram considerados canônicos, com a autoridade divina dos vinte e dois livros mencionados.

Além de Josefo, Mileto, Bispo de Sardes, diz ter viajado para o Oriente, em 170, com o propósito de investigar a ordem e o número dos livros do Antigo Testamento; Orígenes, o erudito do Egito, que morreu em 254; Tertuliano (160-250), pai latino contemporâneo de Orígenes; e Jerônimo (340-420), entre outros, confirmam o cânon hebraico de vinte e dois ou vinte e quatro livros (dependendo do agrupamento ou não de Rute e Lamentações).

É interessante observar que o próprio Jerônimo, tradutor da Vulgata latina, que daria origem ao cânon católico, embora considerasse os livros apócrifos úteis para a edificação, não os tinha como canônicos. Embora tendo traduzido outros livros não canônicos, ele escreveu que “deveriam ser colocados entre os apócrifos”, afirmando que “não fazem parte do cânon”.Referindo-se ao livro de Sabedoria de Salomão e ao livro de Eclesiástico, ele diz:

“Da mesma maneira pela qual a igreja lê Judite e Tobias e Macabeus (no culto público), mas não os recebe entre as Escrituras canônicas, assim também sejam estes dois livros úteis para a edificação do povo, mas não para receber as doutrinas da igreja”.

Vale salientar ainda que a versão siríaca Peshita, que bem pode ter sido feita no século II ou III, ou até mesmo no século I,[8] nos manuscritos mais antigos, não contém nenhum dos apócrifos.

O Testemunho de Jesus e dos Apóstolos

Embora as evidências já mencionadas sejam importantes, a principal testemunha do cânon protestante do Antigo Testamento é o Novo Testamento. Jesus e os apóstolos não questionaram o cânon hebraico da época (época de Josefo convém lembrar). Eles citaram-no cerca de seiscentas vezes, de modo autoritativo, incluindo praticamente todos os livros do cânon hebraico. Entretanto, não citam nenhuma vez os livros apócrifos. Pode-se concluir, portanto, que Jesus e os apóstolos deram o imprimatur deles ao cânon hebraico e, conseqüen­temente, ao cânon protestante.

O Cânon Católico do Antigo Testamento.

O cânon católico, composto pelos trinta e nove livros encontrados no cânon protestante, acrescido das adições a Daniel e estér, e dos livros de Baruque, Carta de Jeremias, 1-2 Macabeus, Judite, Tobias, Eclesiástico e Sabedoria — 3 e 4 Esdras e a Oração de Manassés são acrescentadas depois do NT — origina-se da Vulgata latina, que por sua vez provém da Septuaginta. Livros da Lei: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Livros de História: Josué, Juízes, Rute, 1-2 Samuel, 1-2 Reis (chamados 1-2-3-4 reinados), 1-2 Crônicas, 1-2 Esdras (o primeiro apócrifo), Neemias, Tobias, Judite e estér. Livros de Poesia e Sabedoria: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares, Sabedoria de Salomão, Sabedoria de Siraque (ou Eclesiástico). Livros Proféticos: Profetas Menores; Profetas Maiores: Isaías, Jeremias, Baruque, Lamentações, Epístola de Jeremias, Ezequiel, e Daniel (incluindo as histórias de Susana, Bel e o Dragão e o cântico dos Três Varões).

Alguns desses livros foram escritos posteriormente, em grego, possivelmente por judeus alexandrinos, e foram incluídos na biblioteca judaica de Alexandria, tais como Primeiro e Segundo Esdras, adições a estér, Sabedoria, e a Epístola de Jeremias.

Nem sempre todos estes livros estão presentes nos manuscritos antigos da Septuaginta. O Códice Vaticano (B) omite Primeiro e Segundo Macabeus (canônicos para a Igreja Católica) e inclui Primeiro Esdras (não canônico para a Igreja Católica). O Códice Sináitico (À) omite Baruque (canônico para Roma), mas inclui o quarto livro dos Macabeus (não canônico para Roma). O Códice Alexandrino (A) inclui o Primeiro Livro de Esdras e o Terceiro e Quarto Livros dos Macabeus (apócrifos para Roma).

O que se pode concluir daí é que, quando a Septuaginta era copiada, alguns livros não canônicos para os judeus eram também copiados. Isso poderia ter ocorrido por ignorância quanto aos livros verdadeiramente canônicos.

Pessoas não afeiçoadas ao judaísmo ou mesmo desinteressadas em distinguir livros canônicos dos não canô­nicos tinham por igual valor todos os livros, fossem eles original­mente recebidos como sagrados pelos judeus ou não.

Mesmo aqueles que não tinham os demais livros judaicos como canônicos certamente também copiavam estes livros, não por considerá-los sagrados, mas apenas para serem lidos. Por que não copiar livros tão antigos e interessantes? Mesmo pessoas bem intencionadas podem ter sido levadas a rejeitar alguns dos livros canônicos, ou a aceitar como canônicos alguns que não o fossem, por ignorância ou má interpretação da história do cânon.

Convém lembrar que, embora o testemunho do Espírito Santo seja a principal regra de canonicidade por parte da igreja como um todo, mesmo assim, o crente ainda tem uma natureza pecami­nosa que não o livra totalmente de incidir em erro, inclusive quanto ao assunto da canonicidade. Isto acontece especialmente em épocas de tran­sição, como foi o caso de Agostinho que defendeu os livros apócri­fos, embora de modo dúbio, e depois o de Lutero, o qual colocou em dúvida a canonicidade da carta de Tiago.

Comentário sobre aVulgata

Como já foi mencionado, ao traduzir a Vulgata, Jerônimo também incluiu alguns livros apócrifos. Não o fez, contudo, por considerá-los canônicos, mas apenas por considerá-los úteis, como fontes de informação sobre a história do povo judeu. Na Idade Média a versão francamente usada pela igreja foi a Vulgata latina. A partir dela e da Septuaginta também foram feitas outras traduções. Ora, multiplicando-se o erro, e afastando-se cada vez mais a igreja da verdade (como aconteceu crescentemente nesse período), tornou-se mais e mais difícil distinguir entre os livros que deveriam ser considerados canônicos ou não.

Esses livros nunca foram completa­mente aceitos, mesmo nessa época. Mas, por estarem incluídos nessas versões, a igreja em época de trevas, geralmente falando, não teve discernimento espiritual para distinguir entre livros apócrifos e canônicos.

Por fim, no Concílio de Trento, em 1546, também em reação contra os protestantes, que reconheceram apenas o cânon hebraico, a igreja de Roma declarou canônicos os livros apócrifos relacionados acima, bem como autoritativas as tradições orais: “O Sínodo... recebe e venera todos os livros, tanto do Antigo como do Novo Testamento... assim como as tradições orais”.A seguir são relacionados todos os livros considerados canônicos, incluindo os apócrifos. Concluindo, o decreto adverte:

Se qualquer pessoa não aceitar como sagrado e canônico os livros mencionados em todas as suas partes, do modo como eles têm sido lidos nas igrejas católicas, e como se encontram na antiga Vulgata latina, e deliberadamente rejeitar as tradições antes mencionadas, seja anátema.[11]

A igreja grega seguiu mais ou menos os passos da igreja ocidental. Houve sempre dúvida na aceitação dos apócrifos, mas, no Concílio de Trulano, em 692, foram todos aceitos (quatorze). Ainda assim, como sempre houve reservas quanto à plena aceitação de muitos deles, a igreja grega, em 1672, acabou reduzindo para quatro o número dos apócrifos aceitos: Sabedoria, Eclesiástico, Tobias e Judite. Por ironia da História, a Vulgata de Jerônimo, o qual não considerava canônicos os livros apócrifos, veio a ser a principal responsável pela inclusão destes mesmos livros no cânon católico.

A obra dos reformadores foi maior do que se pode pensar à primeira vista. Eles não apenas redescobriram as doutrinas básicas do evangelho, como a doutrina da salvação pela graça mediante a fé. Eles redescobriram também o cânon.

Graças a eles e ao testemunho do Espírito Santo, a igreja protestante reconhece como canônicos, com relação ao Antigo Testamento (é claro), os mesmos livros que Jesus e os apóstolos, e os judeus de um modo geral sempre reconheceram. Alguns dos apócrifos são realmente úteis como fontes de informação a respeito de uma época importante da história do povo de Deus: o período inter-testamentário. Os protestantes reconhecem o valor histórico deles. Seguindo a prática dos primeiros cristãos, as edições modernas protestantes da Septuaginta normalmente incluem os apócrifos, e até algumas Bíblias protestantes antigas os incluíam, no final, apenas como livros históricos. Mas as igrejas reformadas excluíram totalmente os apócrifos das suas edições da Bíblia, e, “induziram a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, sob pressão do puritanismo escocês, a declarar que não editaria Bíblias que tivessem os apócrifos, e de não colaborar com outras sociedades que incluíssem esses livros em suas edições”. Melhor assim, tendo em vista o que aconteceu com a Vulgata! Melhor editá-los separadamente.
A maioria dos posts deste BLOG foram retirados do SITE www.pesquisadorcristao.com.br. Para ver muito mais de nossas matérias acesse nosso Site clicando no Banner á baixo